14 de maio de 2015

Algumas experiencias proprias que me fazem acreditar na lei da atracção

Ja ha anos que soube da lei da atracçao (na altura que saiu o livro "O Segredo", da esritora Rhonda Byrne). Nessa altura, eu ainda era muito nova e nao percebia bem a lei da atracçao, entao quase que nao a aplicava.
Este ano tive a enorme sorte de ler o livro "A Magia", da mesma escritora, que me fortificou mais ainda nessa area e me trouxe incriveis mudanbças na vida.
Depois de ler "A Magia" aprendi a atrair, para mim, exactamente aquilo que quero. Por isso, decidi contar-vos algumas das  minhas incriveis experiencias com a lei da atracçao.


-Um dia, estava a preparar-me para viajar com a minha irmã. Uma viagem importante, porqu era nela que ela ia realizar o seu grande sonho de ter uma mala da Louis Vittoun. Por acaso, essa viagem é uma viagem que atraimos, porque sentamo-nos um dia a falar sobre como seria incrivel se ganhassemos dinheiro do nada e a planearmos o que fariamos com o dinheiro: apanhar um voo, ir a Africa do Sul e enchermo-nos de compras; e foi assim que aconteceu, recebemos um dinheiro mesmo do nada (com isso quero dizer que nem era de trabaho nem nada, foi mesmo um dinheiro oferecido) e  metemo-nos num aviao em direcçao as compras que planeamos.
Entao, como vinha dizendo, enquanto estavamos a preparar-nos para a viagem, eu sugeri que eu e ela fizessemos uma brincadeira com a lei da atracçao, so para vermos o quanto as nossas energias estavam fortes. Entao decidimos ambas que a lei da atracçao tinha que por no nosso caminho um mercedes branco, ou seja, tinhamos que ver um mercedes branco naquele dia.
Enquanto andavamos por ai a tratar das passagens, passamos por um mercedes, cinza quase branco. Ficamos maravilhadas. Achamos incrivel a rapidez com que tinhamos atraido o mercedes, que embora nao fosse da cor que determinamos, era de uma cor proxima.
Quando ja estavamos para chegar ao predio da minha irma, para levar as malas, uns minutos depois de ver o tal mercedes cinza, um mercedes branco passou pela nossa frente.
Nao podiamos acreditar naquilo que viamos. Ficamos ainda mais maravilhadas, que puzemo-nos aos berros enquanto batiamos palmas.


-Ja, quando estavamos dentro do aviao eu desafiei a mnha irma novamente, disse-lhe que escolhesse uma coisa que queria ver antes que voltassemos para o nosso pais, assim se vissemos a tal coisa era sinal que ela atraiu-a e que esta a tornar-se forte nessa area. Ela ate riu-se e em jeito de gozo respondeu "Quero ver um Lamborghini". Depois disso posemo-nos na conversa e esquecemos o assunto.
No dia seguinte, uando fomos as compras, estacionado mesmo ao lado da entrada do Nelson Mandela Square estava um Lamborghini, com muitos outros carros de luxo, mas aquele chamou-me a atençao, porque foi o que ela determinou que queria ver antes que voltassemos para Moçambique. Destaei a gritar. Ela ficou sem perceber nada. Foi ai que eu disse " Sista (como nos chamamos), aquele nao é um lamborghini?!". Ela ficou boqueaberta, nao agretitava que o que ela desejou, por breves instantes, numa brincadeira tinha mesmo acontecido.
Vimos o tal Lamborghini e mais uma vez tivemos a prova que atraimos o que desejamos.